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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Lucas Silveira Será o Apresentador do Meus Prêmios Nick 2013

Evento será no dia 17 de outubro, no Credicard Hall
A votação é pelo site www.mundonick.com/mpn ou twitter www.twitter.com/nickelodeonbr

A Nickelodeon, canal distribuído pela Viacom Brasil, anunciaLucas Silveira como apresentador da 14ª edição da maior premiação infantil do país, o Meus Prêmios Nick, que elege os favoritos da garotada em 19 categorias diferentes, entre elas, ator e atriz favoritos, gato e gata do ano, humorista favorito, entre outras. A premiação será no dia 17 de outubro, no Credicard Hall, e promete ser a edição mais divertida de todos os tempos!

"O Lucas já participou de várias edições do prêmio e inclusive já o apresentou, em 2010, junto com o Di Ferro. A temática deste ano é sobre a conectividade das crianças e jovens e acreditamos que o Lucas, que é super antenado, alegre e divertido, representa bem esse universo" diz Jimmy Leroy, Vice-presidente de criação da Nickelodeon. Segundo Leroy, Lucas já entrou no espírito da premiação na sessão de fotos oficiais do evento, quando tomou um "banho" de slime, a meleca verde da Nickelodeon. "O sonho de toda criança que assiste o nosso canal é passar pela experiência do banho de slime. O Lucas passou por isso e deve tomar outros banhos no evento", adianta.

Lucas Silveira é cantor, compositor e produtor. Nascido em Fortaleza, atualmente é vocalista da banda Fresno, que tocou no Festival SXSW (ou South By Southwest), realizado todos os anos no Texas. Lucas também tem projetos solo, além de fazer produções: o último CD do Fresno, Infinito, foi inteiramente produzido por ele.

Votação – Para eleger o seu favorito nas 19 categorias do prêmio, os fãs devem votar pelo site do canalwww.mundonick.com/mpn ou pelo twitter www.twitter.com/nickelodeonbr. A primeira fase de votação foi encerrada em 19 de agosto, quando foram eleitos os quatro finalistas para cada uma das categorias. A segunda fase já começou e vai até 30 de setembro. Os vencedores serão revelados no dia do evento, quando acontece a entrega do famoso zeppy – o troféu em forma de zepelim da Nickelodeon.

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Telecine Exibe Programação Especial Em "Querida, Estamos No Fun!"

O Telecine Fun leva comédia e muito bom humor aos assinantes com o especialQuerida, Estamos no Fun!, que vai ao ar no dia 14, sábado, a partir das 15h15. O canal exibe, em sequência, a franquia que narra as loucas invenções do cientista Wayne Szalinski, interpretado pelo ator Rick Moranis: Querida, Encolhi as Crianças (1989), Querida, Estiquei o Bebê (1992) e Querida, Encolhi a Gente(1997).

O longa Querida, Encolhi as Crianças, de John Johnston, abre o especial às 15h15. Wayne (Rick Moranis) é um cientista desastrado que é capaz de criar as coisas mais estranhas por meio de suas loucas experiências. Porém, desta vez, ele foi longe demais: ao construir uma máquina redutora, acidentalmente encolhe os seus filhos e os do vizinho ao tamanho de insetos. O desastre acaba transformando a casa e o jardim em cenários onde o grupo de jovens encara diversas aventuras.
Na sequência, às 16h55, é a vez de Querida, Estiquei o Bebê, dirigido por Randal Kleiser. Na trama, o distraído cientista Wayne Szalinski está de volta testando seu equipamento para uma importante companhia. Agora, em vez de encolher as crianças, ele estica o bebê ao ter a grande ideia de levar seus filhos para o trabalho, despertando o desespero de sua esposa e de toda a cidade.
Querida, Encolhi a Gente, de Dean Cunde, encerra a programação às 18h30. O inventor Wayne Szalinsky continua atrapalhado em seus estranhos experimentos no terceiro e último filme da franquia. Neste longa, ele acidentalmente encolhe a si mesmo, sua esposa e seu irmão. Agora, eles precisam contar com a ajuda dos filhos, mas, antes, vão passar por muitos perigos e desafios, como fugir de uma monstruosa barata e caminhar por lugares inusitados.
SERVIÇO:
Dia 14 de setembro, sábado, no Telecine Fun.
Às 15h15: Querida, Encolhi as Crianças (Honey, I Shrunk the Kids)

Direção: Joe Johnston.
Elenco: Rick Moranis, Marcia Strassman e Matt Frewer.
EUA, 1989. Comédia. 93 min. Livre.

Às 16h55: Querida, Estiquei o Bebê (Honey, I Blew Up the Kid)

Direção: Randal Kleiser.
Elenco: Rick Moranis, Marcia Strassman e Robert Oliveri.
EUA, 1992. Comédia. 90 min. Livre.

Às 18h30: Querida, Encolhi a Gente (Honey, We Shunk Ourselves)

Direção: Dean Cundey.
Elenco: Rick Moranis, Bug Hall e Eve Gordon.
EUA, 1997. Comédia. 90 min. Livre

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Syfy estreia a série Robot Combat League em setembro

Produção é apresentada pelo pugilista Chris Jericho e traz lutas entre robôs gigantes controlados por humanos
Seguindo a tendência das lutas de MMA na televisão, o Syfyestreia a série Robot Combat League no dia 9 de setembro, segunda-feira, às 20h. Apresentada pelo lutador americano Chris Jericho, a produção traz um torneio de batalhas entre robôs gigantes controlados por humanos.


A série, em formato de reality show, conta com doze equipes formadas por um lutador (um "robo-jockey") e um engenheiro de robótica (um "robo-tech") que possuem diversas experiências profissionais, incluindo um motorista de carro de corrida, um atleta olímpico, um piloto de helicóptero da Guarda Nacional e engenheiros de software. Cada equipe é dividida em pares, com um robô próprio, e participará de uma competição, usando um colete de alta tecnologia que traduz seus movimentos para o robô. Cada batalha conta com três rodadas de ação intensa e a dupla vencedora avança no torneio.

Os robôs de Robot Combat League foram desenhados e criados pelo especialista em robótica Mark Setrakian, especialista na área de combate entre robôs. Durante sua carreira, Setrakian desenvolveu sistemas robóticos de salva-vidas e foi um dos pioneiros em efeitos avançados de criaturas, animatrônica (uso de eletrônica e robótica em bonecos ou fantoches mecanizados para que ganhem vida) e tecnologia de controle para os filmes Homens de Preto, O Grinch e Hellboy.

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Animal Planet Estreia A Nova Temporada de "Meu Gato Endiabrado"

Após 15 anos lidando com os gatos mais rebeldes, qualquer um pensaria que Jackson Galaxy, o homem que fala a língua dos gatos, já viu de tudo. Nada mais distante da realidade. A nova temporada de MEU GATO ENDIABRADO(MY CAT FROM HELL) mostra que, quando se trata de gatos desobedientes e donos agoniados, tudo pode acontecer. A nova temporada da série estreiasábado, 14 de setembro, às 21h, no Animal Planet.

Galaxy usará toda a sua experiência, criatividade e astúcia para lidar com os casos mais incomuns, que vão de pequenos felinos com humor instável a gatinhos ferozes que atacam violentamente os cães dos seus donos, colocando em dúvida seu desejo de começar uma família. Nesta nova temporada, os gatinhos estão sem freio e prontos para procurar briga com qualquer um.

Mas, como todos já sabem, a culpa não é só do gato. Galaxy também deve trabalhar com o comportamento dos seus donos, cujas ações intensificaram a situação.

Munido do seu programa de treinamento, seu profundo conhecimento sobre os felinos e sua característica guitarra cheia de brinquedos, Galaxy se prontifica a ajudar esses donos desorientados a identificar a origem do conflito com seus animais de estimação para que o problema seja superado antes que seja tarde demais.

MEU GATO ENDIABRADO é produzido para o Animal Planet por Eyeworks EUA. Melinda Toporoff é a produtora executiva para o Animal Planet. JD Roth, Todd A. Nelson e Adam Kaloustian são os produtores executivos para a Eyeworks EUA.

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HISTORY relembra ataque de 11 de setembro

Lá se vão 12 anos desde que 19 muçulmanos decidiram sequestrar jatos comerciais com 40 mil litros de combustível e transformá-los em bombas, resultando na morte de mais de três mil civis, além de outros tantos feridos, nos EUA.

Para relembrar a tragédia, o HISTORY apresenta 11/9: Os Dias Depois, no dia 7/9, sábado, às 20h, especial que narra a história dos dias posteriores ao atentado e dá voz às testemunhas sobreviventes com a ajuda de material audiovisual formado por cobertura jornalística e vídeos caseiros.  O resultado é um visão honesta e legítima depois do incidentes com direito ao registro dos momentos de stress, pânico, raiva e preconceito mesclados a momentos de companheirismo, bondade e patriotismo.

Às 22h, 102 Minutos que Mudaram o Mundo oferece uma nova perspectiva sobre os atentados às Torres Gêmeas a partir de imagens inéditas que documentam os 102 minutos que transcorreram entre o primeiro ataque às torres e o colapso do segundo prédio. Vídeos e fotos tiradas por testemunhas, ligações aos bombeiros e policiais de Nova York, assim como o material coletado pelas televisões de diversos países ajudam a descobrir a verdade por trás de um dos atentados terroristas de maior impacto do novo milênio.

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BIO homenageia a eterna pantera Farrah Fawcett

No dia 6/9, sexta-feira, às 17h, o BIO homenageia a bela e inesquecível Farrah Fawcett. Exemplo de beleza, cujo corte de cabelo foi o mais copiado e invejado nos anos 70, a atriz ascendeu ao estrelato ao ser convidada pelo produtor Aaron Spelling para integrar o trio de belas e espertas agentes da série televisiva Charlie´s Angels, conhecida no Brasil como As Panteras.

Farrah começou sua carreira artística, na flor de seus 20 anos, emprestando uma beleza única a campanhas publicitárias. Imediatamente chamou a atenção de um agente, que a levou para Hollywood, onde teve pequenos papéis em séries como A Noviça Voadora, Jeannie é um Gênio e O Homem de Seis Milhões de Dólares, protagonizado por seu primeiro marido, o ator Lee Majors.

Por seus trabalhos na TV, foi indicada três vezes ao Emmy e outras cinco ao Globo de Ouro. Sua sexta indicação ao prêmio da Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood foi por uma atuação no cinema, Seduzida ao Extremo, de 1986. Ela perdeu esse Globo de Ouro de Melhor Atriz Dramática para Marlee Matlin, de Os Filhos do Silêncio. Ainda nas telonas, ela foi vista em produções como Fuga do Século 23, de Michael Anderson, O Apóstolo, de Robert Duvall, e Dr. T e as Mulheres, de Robert Altman.

Em 2006, a texana Farrah Fawcett morreu, aos 62 anos, em Santa Monica, na Califórnia. Após lutar contra um câncer por dois longos anos, ela deixou o marido Ryan O' Neal (de Love Story) e o filho do casal, Redmond, além de vários fãs. Sua luta contra o câncer está registrada no diário em vídeo que virou documentário, Farrah´s Story.

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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

A&E estreia o suspense Jogos Letais com Jean-Claude Van Damme

 
Vincent Brazil (Jean-Claude Van Damme) e Roland Flint (Scott Adkins) são os dois melhores assassinos profissionais do mundo, mas não se conhecem. Enquanto Brazil está disposto a aceitar qualquer trabalho para garantir as melhores recompensas, Flint está fora do jogo após sua mulher entrar em coma, vítima de um ataque brutal de um traficante. Um homem provoca o desejo de vingança de ambos, no entanto, e os faz entrar num acordo para formar uma aliança em Jogos Letais, estreia do A&E Movies, no dia 7/9, sábado, às 22h.

O longa é dirigido por Ernie Barbarash, o mesmo dos suspenses Cubo 2: Hipercubo (2004) e 6 Bullets (2012), também com Van Damme. O projeto inicial previa a participação de Steven Seagal como Flint.

Antes, às 20h, o canal exibe O Traidor, de Jeffrey Machmanoff (O Dia Depois de Amanhã, 2004), que escala o ator Don Cheadle (deHotel Ruanda, 2004) como Samir Horn, um ex-capitão de forças especiais do exército norte-americano que começa a ser perseguido por Roy Clayton (Guy Pearce), agente do FBI que lidera investigações contra este possível traidor. Assustado, ele desaparece, o que faz com que o governo coloque Carter (Jeff Daniels), veterano da CIA, e Max Archer (Neal McDonough), agente do FBI, no seu encalço.

O Traidor (The Traitor, 2008, EUA)
Dia 7/9, sábado às 20h
Gênero: suspense
Diretor: Jeffrey Nachmanoff
Elenco: Don Cheadle, Guy Pearce, Jeff Daniels, Neal Mcdonough

Jogos Letais (Assassination Games, 2011, EUA)
Estreia: Dia 7/9, sábado, às 22h
Gênero: suspense
Diretor: Ernie Barbarash
Elenco: Jean-Claude Van Damme, Scott Adkins, Ivan Kaye

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Oi TV compra grande parte da capacidade do satélite SES-6

Operadora é cliente âncora do satélite e, com isso, se tornará líder na TV doméstica via satélite no Brasil

BAIKONUR – A Oi TV anunciou nesta segunda-feira ser a principal cliente do satélite geoestacionário SES-6, lançado e acionado hoje com sucesso no Cosmódromo de Baikonur, no Casaquistão. A operadora  comprou a maior parte da capacidade do satélite - dos 38 transponders de banda Ku do SES-6, 28 deles estão apontados para o Brasil. E a Oi TV comprou todos eles, inclusive adesivando a marca da Oi na fuselagem do foguete Proton, que pos o satélite em órbita.

Ariel Dascal, diretor da Oi TV, que esteve presente no lançamento do satélite, falou com A Redação Oi Tv News aqui no Cosmódromo sobre a importância dessa novidade para a empresa, ressaltando que nunca houve um projeto de tal complexidade no Brasil, no segmento de TV por satélite.

■ Quando começou o projeto de ampliação?

O projeto foi discutido e aprovado no final do 1º semestre de 2012, e os contratos foram fechados em novembro. O satélite que  contramos coloca a Oi TV num novo patamar no mercado de TV por assinatura, consolidando nossa posição de operadora de telecomunicações no Brasil que realmente tem uma oferta “quadruple play”, ou seja, telefone, internet banda larga, televisão e celular.

■ O que motivou o início do projeto?

Basicamente tivemos três grandes motivadores. O primeiro foi a demanda dos consumidores por uma maior diversidade de canais, já que eles querem mais conteúdo e mais serviços. Nesse contexto, o DTH (Digital-To-Home) está evoluindo muito. Outro aspecto que buscamos é uma melhor usabilidade, ou seja, é toda a relação do assinante com a televisão. E nesse mundo em que a interação com a máquina está cada vez mais simples, o satélite faz parte dessa experiência de uso. Olhando para o sistema como um todo, o satélite é uma das partes mais glamurosas, mas há toda uma série de equipamentos que ficam na casa do assinante, como o set-top box — que estamos reconstruindo por inteiro, bem como o software que roda nele.

A segunda motivação foi um conjunto de recentes mudanças na legislação brasileira, que passou a ampliar o número de canais obrigatórios, o que faz com que precisemos de mais capacidade para atender à nova norma. E a terceira motivação é que, em 2012, o serviço de TV DTH ganhou uma relevância estratégica fundamental para a Oi. Ou seja, ficou claro que a Oi precisa prestar o serviço de TV, não bastando apenas ser uma operadora de celular e de voz. Assim, numa empresa continental como a Oi, o DTH é a plataforma ideal para prestar serviço de TV para todo o Brasil. E digo continental, pelas dimensões do território brasileiro. Outro dia estávamos monitorando ao mesmo tempo Rio Branco, no Acre, e Uruguaiana, no Rio Grande do Sul.

■ Que outros satélites atendiam antes a Oi TV em sua cobertura no Brasil?

Anteriormente nós utilizávamos a frota da Hispasat, com os satélites Amazonas 1 [fabricado pela Astrium e lançado em 2004-08-04 em Baikonur, Cazaquistão], Amazonas 2 [também fabricado pela Astrium e lançado em 2009-10-01 em Kourou, Guiana] e Amazonas 3 [fabricado pela Space Systems/Loral e lançado em Kourou em 2013-02-07].

■ Qual é então o diferencial do novo projeto, com o satélite SES-6?

Na verdade o diferencial não é o alcance, pois mesmo com a frota anterior, a Oi TV já tinha alcance nacional. A diferença com o novo projeto é que o SES-6 vai nos entregar um sinal com maior potência, o que faz com que o usuário final sofra menos com condições climáticas adversas, por exemplo, chuva. Além disso, o novo satélite amplia a quantidade de serviços e canais que podemos oferecer. 

■ Com essa potência maior de sinal, o usuário poderia usar uma antena menor para captar as transmissões?

A princípio a antena terrestre fica do mesmo tamanho. Na verdade, em algumas regiões do Brasil, a antena poderia até ser menor, mas decidimos manter o mesmo tamanho. 

■ Como foi a pesquisa de mercado em busca do fornecedor para este novo satélite?

Nós pesquisamos todos os fornecedores do segmento espacial com cobertura sobre o Brasil. Foi um trabalho realmente exaustivo. 

■ Fora os critérios de preço, porque escolheram a SES-6?

Dentre os critérios que nos levaram a optar pela SES, o primeiro deles foi a capacidade oferecida. Alguns outros fornecedores chegavam perto, mas só a SES oferecia a capacidade que queríamos. Outro aspecto decisivo foi a potência do sinal, juntamente com a cobertura geográfica do satélite, visto que alguns fornecedores não cobriam exatamente todo o território brasileiro. E o critério final foi o prazo de lançamento, que também foi muito importante.

■ A Oi TV está alocando o satélite SES-6 todo? E, caso negativo, tem planos para expandir essa ocupação?

Alguns dados específicos do projeto eu tenho dificuldade em compartilhar com você. Mas posso lhe dizer que é um projeto escalável, um projeto que nos dá tranquilidade num dos aspectos mais críticos no mercado de TV por assinatura via satélite, que é justamente capacidade satelital. Acho que estamos bem garantidos para o futuro. Temos espaço para expandir mesmo no próprio SES-6. 

■ Como foi tocar este projeto de expansão?

É um projeto extremamente complexo. Do ponto de vista técnico ele envolve muitas integrações, tanto de equipamentos, sistemas, satélite, antena etc. Então lançaremos inicialmente o mesmo “line-up”, com um plano de, em 2014 e 2015, ir lançando canais. Nosso objetivo é ser o lider em oferta de canais no Brasil e estamos no momento negociando com as programadoras nesse sentido. 

■ Essa liderança englobaria também os provedores de TV a cabo?

As empresas de TV a cabo têm a obrigação de oferecer uma séria de canais abertos. Se formos considerar esses canais, então não. Mas se considerarmos apenas os conteúdos não abertos, então sim.

■ Esses sistema comporta TV por demanda (pay-per-view)?

Sim, comporta. Vamos disponibilizar um bom pacote de pay-per-view já em alta definição. É um sistema que já contempla interatividade. A interatividade será via internet banda larga, mas o pay-per-view será via satélite mesmo. Temos três modelos para oferecer conteúdo não-linear: o pay-per-view, em que teremos uma série de canais no satélite com “carroussel” rodando vários filmes e vários lançamentos; podemos também enviar para o cliente cerca de 20 filmes que ficarão armazenados em seu gravador; e via internet o assinante terá acesso a uma videolocadora, onde ele terá a acesso a um acervo de cerca de 5 mil títulos.

■ E qual a vida útil do satélite SES-6?

Se não tiver sido muito grosso o impacto no lançamento (risos), a vida dele será de cerca de 15 anos. E o contrato que assinamos com a SES nos dá liberdade, ou seja, se quisermos poderemos continuar durante os 15 anos de vida útil do SES-6. E, se for o caso, ficamos até com espaço no futuro satélite que substituir o SES-6.

■ E quanto à infraestrutura que você terra em Terra para controlar e gerenciar o SES-6?

O controle específico do satélite, ou seja, se houver necessidade de manobrá-lo no espaço ou coisa assim, está nas mãos da SES. Mas, do nosso lado, a estrutura que precisamos montar é bem complexa e interessante. Estamos construindo um uplink (uma antena que envia sinal para o satélite) que é do tamanho de um prédio, só a antena. Estamos colocando duas dessas antenas: uma no Alvorada, na Barra da Tijuca, e teremos uma redundância em Guaratiba, um local a uma distância segura do primeiro, tanto no aspecto infraestrutura quanto com relação a intempéries, como chuvas. Também precisaremos implantar novos equipamentos em nosso head-end, que precisará ser ampliado, além de prever espaço para as equipes que irão operar esses serviços. Ou seja, é uma infraestrutura bem complexa.

■ Qual o tamanho do projeto dentro e fora da Oi?

Na Oi, o projeto não envolve apenas a infraestrutura do satélite, mas abrange também as antenas terrestres, a parte de software e o decoder (que vai na casa do cliente). Só na Oi o projeto envolve várias áreas, entre engenharia de satélite, engenharia de vídeo, operação de head-end, operação de campo, atendimento e marketing. Falando de Brasil, outras empresas também têm head-end, mas em termos de capacidade de satélite e de tecnologia, estamos na frente. Atualmente temos no mercado a Net-Embratel, a Sky e a Oi TV. Mas posso até dizer que, agora, depois do lançamento bem sucedido do SES-6, ninguém tem um projeto desse tamanho e com essa complexidade no Brasil.

■ E vocês vão usar esse satélite para fornecer acesso à internet?

O satélite pode ser usado para essa finalidade, mas a princípio nosso objetivo maior é usá-lo para o serviço de televisão. Mas estamos avaliando outros serviços, como o DTH para internet. Mas por ora é só avaliação mesmo.

■ Com relação à qualidade de imagem, os pacotes da Oi TV já partem do HD (alta definição)?

Desde nosso pacote mais barato já oferecemos HD, que é um padrão em que apostamos muito. Hoje a Oi TV é uma das empresas que têm maior penetração de HD em sua base. Quanto a 3D e 4K, já estamos examinando, mas estamos esperando que essas tecnologias amadureçam um pouco.

■ E quanto ao padrão do sinal de TV?

O sinal que vem do satélite adere a padrões de transmissão digital. Já a saída final, que se conecta ao televisor, pode ser tanto NTSC quanto PAL-M.

■ Em quanto tempo a Oi TV fará novas ofertas já em função do novo satélite?

Após o período de estabilização do satélite ainda precisaremos tomar vários passos de integração de sistemas. Assim, esperamos começar a lançar novos serviços aos poucos no segundo semestre de 2013, atingindo um funcionamento “full” (completo) até o final deste ano.

■ E quanto ao marketing? Vão capitalizar em cima do satélite novo?

Já estamos preparando campanhas de lançamento. Quanto a mencionar explicitamente o novo satélite, faremos antes uma pesquisa junto aos nossos consumidores para ver se eles são sensíveis a esse tipo de informação.

Universal estreia a terceira temporada de "Rookie Blue"

A terceira temporada de "Rookie Blue" chega ao Universal Channel. A série retrata o início da carreira de cinco policiais que treinaram junto na academia de polícia e sabem que um mínimo erro pode causar enormes conseqüências. Na nova temporada, veremos os desdobramentos do romance proibido de Andy (Missy Peregrym) e Sam (Ben Bass) e o relacionamento de Dov (Gregory Smith) e Gail (Charlotte Sullivan), além de um novo personagem em seu elenco fixo, interpretado por Peter Mooney. 

No episódio "The First Day of The Rest of Your Life", Andy (Missy Peregrym) irá saltar de paraquedas, mas está receosa com a experiência. De repente, ela recebe uma ligação dizendo que terá uma audiência para poder volta a trabalhar na 15ª divisão. Gail (Charlotte Sullivan) encontra um antigo colega, Nick Collins (Peter Mooney), e descobre que ele trabalhará na mesma delegacia que ela. Ela fica furiosa por ele não ter contado antes e ele se justifica dizendo que não sabia que a policial trabalhava lá. O sargento Frank Best (Lyriq Bent) o recepciona, Nick tenta puxar assunto com Gail, mas a recruta não quer se envolver com ele. Frank quer que a 15ª divisão funcione a todo vapor e implementa novas regras. Ele aproveita para apresentar Nick aos outros policiais e define os turnos do dia. 

Terceira temporada de "Rookie Blue" estreia dia 07 de setembro, às 17h, no Universal Channel. 

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